Independência para a Vida!

 

“Conhecereis a verdade e a verdade vos liberará”

(João 8.32)

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Napoleão III, colonizou a África negra. No fim do século XIX, o Senegal passou a integrar a África Ocidental Francesa e parte dos habitantes urbanos do país obteve a cidadania francesa. Em 1946 a medida foi estendida a todos senegaleses e o país tornou-se território ultramarino da França.

Em 1958, a antiga colônia tornou-se uma república autônoma e no ano seguinte, sob o patrocínio da metrópole, se uniu ao Sudão Francês (depois Mali) para formar a Federação do Mali, que se tornou independente em junho de 1960. Em agosto de do mesmo ano, o Senegal rompeu seu vínculo com a federação, declarou-se independente e elegeu como presidente Léopold Sédar Senghor.    A Transferência do poder foi assinado com a França em 4 de abril de 1960.

 

Porém, vendo-os nas ruas com seus amuletos pendurados e fotografias de Líderes feiticeiros e conhecendo-os melhor, com suas fobias e incertezas quanto o mundo espiritual, vemos que ainda existe uma longa luta pela Real Independência, haja vista que a Independência é a dissociação de um ser em relação a outro, do qual dependia ou era por ele dominado.

 

Na verdade, não só os Senegaleses, mas todos nós precisamos declarar independência em nossas vidas; nos desassociarmos das coisas deste mundo, das coisas que nos afastam de Deus, das coisas que nos prendem a seres místicos, superstições e fobias, desassociarmos nossa mente da ganância, da inveja, da cobiça, da corrupção e vivermos a liberdade do amor de Jesus, declarando TOTAL dependência de Deus Pai.

.

Liberdade é uma dádiva preciosa que Deus nos concede em Cristo Jesus. A Bíblia revela que o Senhor criou o ser humano com liberdade, mas por sua desobediência o homem tornou-se escravo do seu pecado e dele mesmo.

 

Jesus veio restaurar a liberdade que Deus concedeu ao primeiro homem.

‘‘Portanto, se o Filho vos libertar, vocês de fato serão livres.’’ João 8:36

Marvyo Darley (Missionário no Senegal)

Independência para a Vida!

 

“Conhecereis a verdade e a verdade vos liberará”

(João 8.32)

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Napoleão III, colonizou a África negra. No fim do século XIX, o Senegal passou a integrar a África Ocidental Francesa e parte dos habitantes urbanos do país obteve a cidadania francesa. Em 1946 a medida foi estendida a todos senegaleses e o país tornou-se território ultramarino da França.

Em 1958, a antiga colônia tornou-se uma república autônoma e no ano seguinte, sob o patrocínio da metrópole, se uniu ao Sudão Francês (depois Mali) para formar a Federação do Mali, que se tornou independente em junho de 1960. Em agosto de do mesmo ano, o Senegal rompeu seu vínculo com a federação, declarou-se independente e elegeu como presidente Léopold Sédar Senghor.    A Transferência do poder foi assinado com a França em 4 de abril de 1960.

 

Porém, vendo-os nas ruas com seus amuletos pendurados e fotografias de Líderes feiticeiros e conhecendo-os melhor, com suas fobias e incertezas quanto o mundo espiritual, vemos que ainda existe uma longa luta pela Real Independência, haja vista que a Independência é a dissociação de um ser em relação a outro, do qual dependia ou era por ele dominado.

 

Na verdade, não só os Senegaleses, mas todos nós precisamos declarar independência em nossas vidas; nos desassociarmos das coisas deste mundo, das coisas que nos afastam de Deus, das coisas que nos prendem a seres místicos, superstições e fobias, desassociarmos nossa mente da ganância, da inveja, da cobiça, da corrupção e vivermos a liberdade do amor de Jesus, declarando TOTAL dependência de Deus Pai.

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Liberdade é uma dádiva preciosa que Deus nos concede em Cristo Jesus. A Bíblia revela que o Senhor criou o ser humano com liberdade, mas por sua desobediência o homem tornou-se escravo do seu pecado e dele mesmo.

 

Jesus veio restaurar a liberdade que Deus concedeu ao primeiro homem.

‘‘Portanto, se o Filho vos libertar, vocês de fato serão livres.’’ João 8:36

Marvyo Darley (Missionário no Senegal)

Jantar Missionário Beneficente.

10857903_828819620473911_4100888836722894885_nDesde 2009 temos trabalhado na aldeia de Bourofaye Bainounck, no sul do Senegal. Temos buscado sonhar os sonhos de Deus e pela fé contemplamos um trono de louvor e adoração a Deus em uma aldeia atualmente muçulmana. Difícil sim, impossível não!

Estamos construindo a escola em um local próprio, para oferecermos educação às crianças e para nos reunirmos para louvar ao Rei dos Reis. E, posteriormente, faremos a igreja.

Nayara Alves, representante de missões da AD jardim Iracema, decidiu sonhar conosco! Por iniciativa própria, ela está organizando um jantar beneficente. Todo recurso arrecadado será enviado para comprarmos as telhas e a madeira para cobrirmos a escola.

O jantar será realizado dia 04 de fevereiro às 19h. O valor do investimento é R$ 20 reais, com direito a sorteio, lembrança e louvor como grupo africano de Guiné-Bissau.

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Será ótimo se você também puder participar! Não perca a oportunidade de fazer parte do projeto de Deus para a aldeia de Bourofaye!

O jantar será realizado no conceituado Buffet Jenolai Festas – na Av. Fernandes Távora n° 1694 – Henrique Jorge

Para maiores informações contatar: Nayara Alves – WhatsApp: +85 8554 8622

As vagas são Limitadas!

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Doações pela conta: Bradesco: Ag 3456 C/C 0013279 9

Plantando Igreja na África

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Temos semeado a Palavra da Verdade no Oeste Africano. Além de falar, buscamos viver o Evangelho e fazer o bem aos nossos semelhantes. Deus nos deu a oportunidade de dirigir uma escola maternal que atende filhos de muçulmanos. Nosso objetivo é de compartilhar com essas crianças um estilo de vida diferente, tendo como princípio a Palavra de Deus e buscando em Jesus Cristo direção em todas as áreas.

Construção foto

A escola já funciona, contudo em um prédio alugado e fica a 2 km do vilarejo onde as crianças moram. Em 2014, o chefe de Bourofaye nos cedeu um terreno e parece que o sonho começa a se tornar realidade. Sonhamos com uma escola naquele lugar! E como nosso investimento não é somente social, sonhamos que a semente lançada produza frutos e que muitas dessas crianças façam a escolha de seguir Jesus. Sonhamos sim com uma igreja em Bourofaye!

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‘‘Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade’’ (Filipenses 2:13)

Temos buscado em Deus direção para esse projeto. Tudo indica que 2015 é o ano da construção.

E por que não?

A verdade é que os recursos financeiros que conseguimos até aqui não são suficientes, mas queremos começar! É pela fé! Sabemos que o dinheiro não vai brotar da terra, mas temos ciência de que o Deus que nos comissionou e que tem cuidado tão bem de nós, providenciará tudo!

À obra de Deus, feita segundo a vontade dele, não faltará recursos”,

Hudson Taylor.

O projeto é o seguinte: queremos primeiramente mandar cavar o poço, construir três salas de aula, diretoria, almoxarifado, cozinha e banheiros. A segunda parte do plano é construir uma casa para que a família de um obreiro nativo possa residir nesse lugar e começar então com os cultos e reuniões de oração. E a terceira parte é construir uma igreja para o ajuntamento das pessoas que se converterão.

‘‘Por pai de muitas nações te constituí, perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que chama as coisas que não são como se já fossem.’’ (Romanos 4:17)

São passos de fé que temos aprendido a dar. Aprendemos ainda cedo que servir a Deus é um privilégio, que Deus não se limita a nós, então aproveitar essa oportunidade é algo singular. Deus está procurando uma equipe pra nos auxiliar. Você pode ter o privilégio de fazer parte dessa equipe e juntamente conosco escrever Atos 29 nesse lugar! Não perca esta oportunidade!

Marvyo e Priscila

29/11/14

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Novembro

‘‘Guarda-me, ó Deus, porque em ti confio’’

Salmos 16:1

No início desse ano, fomos surpreendidos pelo Senhor com um grande presente. Duas pessoas, que ainda não tivemos o privilégio de conhecê-las pessoalmente, nos escreveram dizendo que queriam nos ajudar para irmos ao Brasil esse ano.

As ofertas dessas duas irmãs pagaram metade das nossas passagens e nossa família completou o restante. Foi assim que chegamos ao Brasil em agosto de 2014 para um período de refrigério com família, amigos e participamos da grandiosa festa do centenário de nossa igreja!

Tivemos oportunidade de comemorar o segundo aniversário do Asafe com pessoas tão amadas, e como isso foi importante para nós! Além disso, aproveitamos bastante o tempo divulgando o trabalho que temos desempenhado aqui no sul do Senegal. Compartilhamos desafios, a visão e a prioridade de Deus, que é fazer Seu nome conhecido em toda Terra.

Ainda no Brasil, fomos surpreendidos com o avanço do vírus Ebola no Oeste Africano. Nosso coração pesou, trazendo a responsabilidade do risco de exposição das nossas vidas e do nosso filho. Sabemos que em questões vitais, precisamos tão somente ouvir Deus falar. E foi em meio a esse caos, que o Senhor nos trouxe paz, a paz que excede todo entendimento, a mesma paz que nos guardou em Casamance durante o período da guerra.

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Nossa viagem de retorno foi bem longa, pois tivemos que esperar uma semana em Cabo Verde para pegarmos o voo para Dakar. E mais uma semana em Dakar para encontrarmos vaga no navio e então chegarmos a Ziguinchor.

Aproveitamos o tempo em Cabo Verde para acompanharmos um pouco dos trabalhos nos bairros de Safende e São Pedro. Louvamos a Deus pela vida dos missionários: Rafael, Leila e Eliel que nos acolheram com tanto carinho.

Em Dakar, mais uma vez o Senhor mostrou seu cuidado e nos deu amigos (Flávio, Wal, Ohanna e Johann) pessoas que nem conhecíamos pessoalmente nos receberam às 4h da manhã com tanta hospitalidade.

Continuamos contando com suas orações, pois não somos heróis, nem malucos inconsequentes, somos servos comuns que decidiram pagar o preço de estar no centro da vontade do Pai Soberano.

Escola Esperança e Vida

Retomamos as atividades! Antes de tudo, fizemos uma reunião em Bourofaye com a presença das mães de alunos e o chefe do vilarejo. Conversamos sobre o ano escolar que se inicia, sobre as novas propostas e as regras a serem seguidas.

O povo mais uma vez mostrou gratidão e reconhecimento pelo trabalho que fazemos junto a seus filhos. Oramos para que a semente lançada nesses pequenos corações possa dar muitos frutos, para a glória de Deus.

Construção

 

Um dos maiores desafios que temos durante esse ano escolar é a construção da escola Esperança e Vida no próprio vilarejo de Bourofaye. O prédio onde funcionamos atualmente é alugado e dista 2km da aldeia onde as crianças residem. Estamos certos de que a construção dessa escola trará muitos benefícios a toda população dessa aldeia. Oramos para que a luz do Senhor brilhe trazendo a verdadeira esperança a esses corações tão cansados.

Contamos com seu apoio em todo esse processo. Precisamos de recursos financeiros e também de muita sabedoria para estarmos à frente dessa obra.

 construção

Igreja em Ziguinchor

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Louvamos a Deus pela vida da irmã Fátima que assumiu o trabalho da igreja em nossa ausência. Somos gratos ao Pai por seus bem feitos na vida dos irmãos que esboçam sua alegria de forma tão contagiante.

Benjamin pede oração específica por seu irmão Roger que se encontra internado no hospital de Ziguinchor, ele perdeu a visão, está todo inchado e não há diagnóstico para tal doença, dizem que a causa é mística. Oremos para que esse rapaz receba, sobretudo, a cura da sua alma.

“…E TODA LÍNGUA CONFESSARÁ…”

“TODO JOELHO SE DOBRARÁ E TODA LÍNGUA CONFESSARÁ QUE JESUS CRISTO É O SENHOR…”

Em 2012, durante um discurso comemorativo pelos 50 anos de independência do país, o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, pediu perdão a Deus pelos pecados cometidos pela nação. O país se tornou independente da Inglaterra em 08 de outubro de 1962. A iniciativa do presidente chamou a atenção dos órgãos de imprensa locais e internacionais, e segundo noticiado pelo site WND, a oração de Museveni abrangeu seus pecados pessoais, dos presidentes anteriores e da população como um todo. -Estou aqui hoje para encerrar o passado de malignidade, e principalmente os últimos 50 anos de nossa história de liderança nacional, e entrarmos numa nova dispensação na vida desta nação. Estou aqui em favor de mim mesmo e dos presidentes anteriores, para demonstrar arrependimento. Pedimos teu perdão – disse o presidente. O discurso do presidente incluiu ainda um pedido de perdão por escolhas religiosas e políticas e as dificuldades causadas por elas: “Confessamos esses pecados, que têm causado grandes impedimentos para nossa harmonia nacional e atrasos para nossa transformação política, social e econômica. Confessamos os pecados de idolatria e bruxaria que são abundantes em nosso país. Confessamos os pecados de derramamento de sangue inocente, pecados de hipocrisia política, desonestidade, intriga e traição”, orou Museveni.

A lista de pecados cometidos pelos ugandenses, na oração do presidente, era extensa e abrangente assim como os de nossa nação, disse: “Perdoa-nos os pecados de orgulho, tribalismo e sectarismo; pecados de preguiça, indiferença e irresponsabilidade; pecados de corrupção e suborno que estão provocando erosão em nossos recursos nacionais; pecados de imoralidade sexual, alcoolismo e devassidão; pecados de falta de perdão, amargura, ódio e vingança; pecados de injustiça, opressão e exploração; pecados de rebelião, insubordinação, brigas e conflitos”.A oração do presidente Museveni foi encerrada com a consagração do país a Deus e a expressão do desejo de ver Uganda como uma nação transformada: “Queremos dedicar esta nação a Ti de modo que Tu sejas o nosso Deus e Guia. Queremos que Uganda seja conhecida como uma nação que teme a Deus e como uma nação cujos alicerces estão firmemente enraizados na justiça para cumprir o que a Bíblia diz no Salmo 33:12: ‘Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu para lhe pertencer!’”. A repercussão foi analisada pelo reverendo Scott Lively, de Massachussetts, ouvido pelo WND, que afirmou: “A oração de Museveni é um modelo para todos os líderes cristãos no mundo inteiro. O declínio dos líderes do Ocidente está ocorrendo em proporção ao grau de rejeição que eles demonstram a Deus. Quando honrava a Deus, exatamente como o presidente de Uganda acabou de fazer, a Inglaterra estava em seu auge como potência mundial. De forma semelhante, a grandeza dos EUA está diminuindo, pois os EUA passaram de nação cristã para uma nação humanista e secularista, enquanto isto, infelizmente o Brasil com suas leis anti-Deus tem a cada dia se afundado na violência e depravação.

Jejum Anual

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Ramadã

 Jejum obrigatório.

Vivendo em um país de maioria Mulçumana pude notar que a vida religiosa tem práticas bastante rigorosas, as quais são chamadas de “Colunas da Religião”.

Neste artigo iremos falar de um dos cincos principais pilares da fé islâmica. Entretanto, a maioria dos eruditos muçulmanos considera o Jihad, ou guerra santa como o sexto pilar.

Neste mês de julho do dia 09 ao dia 07 de agosto, o mundo mulçumano irá fazer seu jejum ritual anual (Saum) , chamado de Ramadã, Ramadão  ou Ramadam (Arkan al-Islam). O Ramadã é um feriado não fixo que se movimenta a cada ano e se localiza no nono mês do calendário muçulmano.

Segundo a tradição Islâmica durante um mês deus fica mais próximo da terra, leiamos: Abu Huraira narrou: O Apostolo de Allá disse: “ na última terça parte da noite, o nosso Senhor, o Superior, o Abençoado, desce para o céu mais próximo a NÓS e diz: “Tem alguém me invocando para que eu possa responder a sua invocação? Tem alguém me pedindo algo para que eu possa conceder-lhe o seu pedido? Tem alguém pedindo meu perdão para que eu possa perdoá-lo?” (Bukhari Volume 2, livro 21, n. 246 ) os céus são abertos e o inferno fica trancado, como Abu Huraira narrou: O Apostolo de Allá disse: “Quando o mês de Ramadã começa, as portas do céu são abertas e as portas do inferno são fechadas e os demônios são acorrentados.” (Bukhari Volume 3, livro 31, numero 123) foi neste período que supostamente Maomé que se encontrava dentro de uma caverna na Arábia Saudita durante um período de consagração, recebeu a revelação do Alcorão pelo anjo Gabriel como dia o Alcorão na Sura 2:185O mês de Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e vidência de orientação e Discernimento. Por conseguinte, quem de vós presenciar o novilúnio deste mês deverá jejuar…”.

A palavra Ramadã encontra-se relacionada à palavra árabe ramida, “ser ardente”, possivelmente pelo fato do islã ter celebrado este jejum pela primeira vez no período mais quente do ano. Uma vez que o calendário islâmico é lunar, o ramadã não é uma data fixa, e pode passar por todas as estações do ano.

Refeições

Durante o jejum do Ramadã várias restrições rígidas são feitas nas vidas diárias dos muçulmanos. Não é permitido comer ou beber durante as horas que se tem luz do dia. Fumar e manter relações sexuais também são proibidos durante o jejum, e para alguns, até a saliva não pode ser engolida, pois isso seria quebrar o jejum. Ao término de cada dia o jejum é finalizado com uma oração e uma refeição chamada “iftar”, a pessoa pode comer e beber a qualquer hora durante a noite, e em muita quantidade. O jejum é retomado na manhã seguinte.

Além das cinco orações diárias, durante o Ramadã os muçulmanos recitam uma oração especial chamada à oração de Taraweeh (Oração Noturna). A duração desta oração é de 2 a 3 vezes maior que as orações diárias

Na noite do 27º dia do mês, os muçulmanos celebram o Laylat-al-Qadr (a Noite do Poder). Acreditam que nesta noite Maomé recebeu a revelação do Alcorão. E de acordo com o Alcorão, neste dia Deus determina o curso do mundo durante o ano seguinte.

Quando o jejum termina (no primeiro dia do mês de Shawwal), um feriado chamado Id-al-Fitr.

 Oração e jejum pelo Ramadã

O Ramadã é um mês de festa em alguns países mulçumanos e também de lutas e esforços para se ganhar o paraíso. Algumas correntes mais extremos acreditam que se você matar um inimigo de Alà ( não mulçumano) nos dias do Ramadã , essa atitude irá assegurar a sua entrada no paraíso,  por isso a igreja deve esta em oração durante este período pois mesmo com o “diabo preso”, é durante o Ramadã que ocorrem os maiores números de ataques terroristas no mundo, além de ser um mês que acontecem mais brigas de rua durante o ano nos países islâmicos. A economia sofre tremendamente durante este mês entre outros.

Oremos..

-Para que Deus revele sua face a população de comunidades islâmicas

-Por sabedoria de Deus para as comunidades cristãs que sofrem perseguições por morra em comunidades islâmicas

-Pelos missionários em países islâmicos, o clima espiritual fica apurado neste período, bem como a perseguição.

Fonte:

1 Riddell, Peter G., and Peter Cotterell. Islam in Conflict, 59.

2-Revista do Campo para as Igrejas nº109 ano IX setembro 2007.

3-Sunas-Bukhari Volume 3, livro 31, n. 123/Volume 2, livro 21, n. 246

4- Alcorão

5-Wikipédia

Ver mais Revista DO CAMPO Abril / Maio 2013:http://www.semadec.org.br/site/